Questões relativas ao Tibete

Autor

Páginas

111

Editora

Editora Aimberê

Edição

Ano

2021

Idioma

Português

ISBN

978-65-995532-0-2

R$25,00

Em estoque

Em março de 2008, todos os principais jornais e canais de televisão indianos publicaram notícias sobre a rebelião no Tibete quando, casualmente, completava-se o cinquentenário da rebelião “Tibete Livre”, de 1959. Quase imediatamente depois disso a maior parte dos monopólios de comunicação, como se todos eles estivessem esperando tal evento acontecer, começaram a publicar notícias sobre o quão mal eram as autoridades chinesas; como o Partido Comunista da China, desde os dias de Mao Tsetung, suprimiu as genuínas aspirações de liberdade do povo tibetano na China; como a República Popular da China encorajou o chauvinismo Han e, sobretudo, como a China ocupou o Tibete que, de acordo com eles, nunca foi parte do território chinês. Não apenas os principais jornais, mas muitos jornais em inglês, bengali e também em outras línguas locais começaram uma campanha caluniosa contra a China e o comunismo. Entretanto, o que e significativo é que todos eles mantêm silêncio total sobre a servidão tibetana associada ao governo Dalai Lama e sobre as fundamentais transformações socialistas realizadas pelo Partido Comunista da China, em associação ao povo do Tiete, nos anos 50. A maioria dos escritores, em sua pressa de denunciar o que consideram um recente banho de sangue, revelou apenas ma profunda ignorância histórica sobre a relação entre a China e o Tibete, assim como sobre o papel cumprido, primeiramente, pela Grã-Bretanha e depois pelo imperialismo norte-americano e pelo Primeiro Ministro indiano Pandit J. Nehru. Ao lidar com a questão do Tibete, alguém deveria se ater estritamente aos fatos; deveria manter em mente que a China de hoje é totalmente diferente do que era durante o tempo de Mao Tsetung, que tinha direção principal de todos os assuntos; que a China de hoje se desviou muito da política de Mao e da ideologia do comunismo ligada a ele, tornando-se um poder capitalista restaurado. A política adotada pelo atual governo não pode ser a mesma de antes. Este ensaio busca analisar corretamente os eventos do período antigo até o fim de 1970, depois que, com a mudança de cor da China na fase pós-Mao, ocorreram mudanças na política em relação aos tibetanos e outras pequenas nacionalidades.

Informação adicional

Autor

Páginas

111

Editora

Editora Aimberê

Edição

Ano

2021

Idioma

Português

ISBN

978-65-995532-0-2

Veja também